
Douglas José Resende Lima
Psicólogo
CRP: 06/86494
Atendimento particular. Valores informados no primeiro contato pelo WhatsApp.
Atuação clínica
Douglas José Resende
Quem procura ajuda primeiro quase nunca é quem usa. É a mãe, a esposa, o irmão que já tentou de tudo e não sabe mais o que fazer com a própria vida enquanto espera a pessoa querer parar. Douglas José Resende Lima estuda e atende exatamente essas pessoas.
Duas das suas pesquisas, publicadas em revistas científicas internacionais como primeiro autor, tratam do que o uso de álcool e outras drogas faz com as mulheres e as famílias de quem usa (Substance Use and Misuse, 2025; Journal of Addictive Diseases, 2019). Você não precisa levar a pessoa que usa: o atendimento a familiares acontece com ou sem a presença dela, e continua se ela recusar tratamento. Quando ela aceita, Douglas atende também quem usa.
São onze anos de atuação em clínica de tratamento e reabilitação da dependência química, com atendimento individual, em grupo, intervenção em crise e suporte a familiares. Douglas é autor de capítulos em dois livros da Artmed usados na formação de outros profissionais e pesquisador colaborador da UNIAD/UNIFESP, com participação na Pesquisa Nacional das Famílias dos Dependentes Químicos. Atende também adolescentes e adultos jovens com uso de substâncias, e quadros de desregulação emocional, autolesão e transtorno de personalidade borderline, com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Terapia Comportamental Dialética (DBT): as duas abordagens trabalham por etapas, com alvo definido, prazo combinado e tarefa entre as sessões. Supervisor da equipe de psicologia do Instituto MHS, leva os casos para discussão em conjunto nas reuniões clínicas semanais com a equipe de psiquiatria.
Abordagem
O trabalho começa definindo um alvo: não apenas melhorar, mas um comportamento concreto a mudar, com prazo de revisão combinado. Há tarefa entre as sessões, porque TCC e DBT funcionam pelo que acontece fora do consultório. Se há medicação, o caso é articulado com o psiquiatra dentro do Instituto MHS, na mesma equipe. O atendimento ao familiar tem plano próprio: trata do que você faz, não do que a outra pessoa deveria fazer.
Formação Acadêmica
Especialização em Dependência Química (400h)
UNIFESP
Especialização em Saúde Mental da Infância e Adolescência (360h)
UNIFESP/UPIA
Formação em Terapia Cognitivo-Comportamental (160h)
CETCC
Formação em Terapia Comportamental Dialética (DBT)
Graduação em Psicologia
Universidade Paulista
Experiência Profissional
Supervisor TCC/DBT da equipe de psicologia
Instituto MHS
Conduz casos complexos e orientação familiar estruturada; casos discutidos em conjunto nas reuniões clínicas semanais com a psiquiatria.
Psicólogo em clínica de tratamento e reabilitação da dependência química
Clínica especializada, SP
Onze anos de atendimento individual, em grupo, intervenção em crise e suporte a familiares.
Pesquisador colaborador e co-coordenador de turmas da especialização em dependência química
UNIAD/UNIFESP
Colaboração na Pesquisa Nacional das Famílias dos Dependentes Químicos; co-coordenação de três turmas (São Paulo e Natal).
Estágio em enfermaria e ambulatório de psiquiatria (960h)
UNICAMP
Aplicação e interpretação de escalas psicométricas: MADRS, PANSS, YMRS, inventários de Beck, WAIS e MEEM.
Especialidades
Como começar
- Você manda uma mensagem dizendo, em uma frase, o que está acontecendo. Mesmo que a pessoa que usa não saiba que você está procurando ajuda.
- Você recebe os horários disponíveis e o formato do atendimento.
- Na primeira sessão, vocês definem o alvo e o prazo da primeira etapa.
Perguntas frequentes
Preciso levar a pessoa que usa drogas?
Não. O atendimento a familiares acontece com ou sem a presença de quem usa, e continua se ela recusar tratamento.
Adianta eu fazer terapia se quem usa não quer se tratar?
Sim. O atendimento ao familiar trata do que está sob o seu controle: o que você faz, o que você sustenta e o custo disso na sua vida. Esse trabalho não depende da decisão da outra pessoa.
Douglas trabalha junto com o psiquiatra?
Sim. No Instituto MHS, psicólogo e psiquiatra discutem o caso na mesma equipe, nas reuniões clínicas semanais.
Quanto tempo dura o tratamento?
TCC e DBT trabalham por etapas. O alvo e o prazo da primeira etapa são combinados na primeira sessão e revisados ao fim dela.
Atende adolescentes?
Sim, a partir de 17 anos.

