Logotipo do Instituto MHS, psiquiatria em Campinas

Psiquiatra em Campinas para casos que exigem tempo e equipe.

Consulta de 60 a 120 minutos. Equipe de 7 psiquiatras. Presencial em Campinas e online.

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Atendemos pacientes no Brasil e no exterior.
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A experiência dos grandes centros concentrada em um único Instituto.

Para quem busca um atendimento mais próximo

Aqui o tratamento acontece lado a lado com você, no tempo da consulta, no contato entre elas e no cuidado conjunto da equipe.

  • Consultas de 60 a 120 minutos. Tempo para ouvir antes de prescrever.
  • Você tem o WhatsApp do seu psiquiatra durante todo o tratamento.
  • Coordenação clínica por psiquiatras com mais de 15 anos de experiência.
  • Psiquiatras e psicólogos na mesma equipe, em um só lugar.

Reuniões semanais para discutir casos em curso e alinhar a conduta com base em evidência clínica.

Nossos Psiquiatras

Equipe com formação em UNICAMP, USP-IPq, PUC-Campinas e Albert Einstein.

Dr. Leandro Simões Abrão - Psiquiatra Instituto MHS

Dr. Leandro Simões Abrão

CRM 182.642 · RQE 91133

Casos complexos, Transtorno Bipolar, TDAH e Depressão resistente.

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Dr. Alexandre Quelho Comandule - Psiquiatra Instituto MHS

Dr. Alexandre Quelho Comandule

CRM 157970

Psiquiatria adulto, infância e adolescência, dependência química.

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Dr. Luiz Gustavo - Psiquiatra Instituto MHS

Dr. Luiz Gustavo

CRM 220.907 · RQE 124.968

Docência, supervisão clínica e casos psiquiátricos desafiadores.

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Dra. Milena Oliveira Saldanha - Psiquiatra Instituto MHS

Dra. Milena Oliveira Saldanha

CRM 242.184

Psicoterapia integrada e saúde mental da mulher adulta - atendimento 100% online.

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Dr. Juan Valente - Psiquiatra Instituto MHS

Dr. Juan Valente

CRM 244.366

Saúde Mental e Comorbidades Clínicas - atendimento aos sábados.

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Dra. Maria Lívia Sestini - Psiquiatra Instituto MHS

Dra. Maria Lívia Sestini

CRM 208.861 · RQE 135.122

Saúde da Mulher, Ciclos Hormonais (TDPM, gestação, puerpério, climatério) e Adolescência.

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Dr. Rodrigo Sousa de Araujo Silva - Psiquiatra Instituto MHS

Dr. Rodrigo Sousa de Araujo Silva

CRM 222.218 · RQE 132.302

Urgência, Emergência e Crises Psiquiátricas Agudas.

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Tratamentos e Diferenciais da Psiquiatria no Instituto MHS

Transtornos do humor, ansiedade e estresse

  • Ansiedade, crise de ansiedade e síndrome do pânico
  • Depressão, depressão resistente e distimia
  • Transtorno bipolar (bipolaridade), tipos 1 e 2
  • Transtorno de personalidade borderline e quadros com desregulação emocional
  • TOC, Transtorno Obsessivo-Compulsivo
  • TEPT, Transtorno de Estresse Pós-Traumático e burnout

Neurodesenvolvimento, cognição e sono

  • TDAH em adultos, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
  • TEA no adulto, Transtorno do Espectro Autista
  • Insônia e distúrbios do sono associados a quadros psiquiátricos
  • Perda de memória, declínio cognitivo e psiquiatria geriátrica
  • Psiquiatria do Estilo de Vida: sono, alimentação e rotina no plano clínico

Dependências, saúde da mulher e quadros complexos

  • Dependência química: álcool, drogas e medicamentos
  • Vício em apostas online (bets), jogo patológico e dependências comportamentais
  • Compulsão alimentar, anorexia e bulimia, em integração com nutrologia
  • Saúde mental da mulher: TDPM, gestação, pós-parto e climatério
  • Esquizofrenia, transtornos psicóticos e casos refratários de alta complexidade

Dúvidas Frequentes

Respondemos as principais dúvidas sobre psiquiatria

Grupos de Transtornos Tratados em Profundidade

Cada grupo de transtornos tem dinâmica clínica própria, exige diagnóstico diferencial cuidadoso e responde melhor a planos terapêuticos individualizados. Apresentamos abaixo, de forma factual, os principais grupos atendidos pela equipe de psiquiatria adulta do Instituto MHS.

Transtornos de Ansiedade

Os transtornos de ansiedade reúnem quadros clínicos em que a apreensão, o medo e a antecipação de ameaças passam a ocorrer com intensidade, frequência e duração desproporcionais à situação real. Englobam o transtorno de ansiedade generalizada (TAG), o transtorno de pânico, a fobia social, fobias específicas e o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), cada um com manifestações próprias mas com sobreposição importante de sintomas físicos como taquicardia, dispneia, tensão muscular, insônia inicial e dificuldade de concentração.

A identificação correta do subtipo é decisiva para o plano terapêutico. O TAG costuma apresentar preocupação difusa e crônica; o transtorno de pânico envolve crises súbitas com sintomas autonômicos intensos; a fobia social gira em torno do medo de avaliação; o TOC se estrutura em obsessões e rituais compensatórios. A avaliação psiquiátrica precisa, complementada quando indicado por avaliação neuropsicológica formal, evita rótulos genéricos e direciona a escolha entre psicofarmacologia, psicoterapia estruturada (TCC e ACT, por exemplo) e ajustes de estilo de vida.

No Instituto MHS, ansiedade é tratada de forma longitudinal: o psiquiatra acompanha resposta clínica, ajusta dose com critério, monitora efeitos adversos e articula o caso com a equipe de psicologia para que a medicação, quando necessária, sirva de base para o trabalho psicoterapêutico. Páginas dedicadas detalham os subtipos clínicos mais frequentes.

Transtornos do Humor

Os transtornos do humor compreendem quadros marcados por alterações sustentadas e relevantes do estado afetivo. Os mais frequentes na prática psiquiátrica adulta são o transtorno depressivo maior, a distimia (depressão persistente) e o transtorno afetivo bipolar, este com episódios depressivos intercalados a fases de mania ou hipomania. Sintomas comuns incluem alteração do sono e do apetite, anedonia, fadiga, lentificação psicomotora ou agitação, prejuízo cognitivo (atenção e memória de trabalho) e ideação de morte.

O diagnóstico diferencial entre depressão unipolar e bipolar é particularmente sensível: prescrever um antidepressivo isolado em um quadro bipolar pode desencadear viragem maníaca, ciclagem rápida ou estados mistos. Por isso, a avaliação psiquiátrica longitudinal (investigando história familiar, episódios prévios, padrões de sono e variações sazonais) é parte central do método clínico no MHS. Quando há dúvida diagnóstica ou comorbidade cognitiva, complementamos com avaliação neuropsicológica.

O tratamento integra psicofarmacologia (estabilizadores de humor, antidepressivos, antipsicóticos atípicos quando indicados), psicoterapia baseada em evidências e psicoeducação familiar. Em casos refratários, a discussão clínica em equipe permite avaliar estratégias adicionais e revisar todo o histórico do quadro.

Transtornos do Neurodesenvolvimento no Adulto

Embora caracterizados por início precoce, os transtornos do neurodesenvolvimento, em especial o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e os Transtornos do Espectro Autista (TEA), frequentemente chegam ao consultório psiquiátrico apenas na vida adulta, depois de anos de sofrimento atribuído a outros diagnósticos. No adulto, o TDAH costuma se manifestar por desatenção sustentada, dificuldade de organização, procrastinação, impulsividade verbal ou financeira, instabilidade emocional e prejuízo funcional crônico no trabalho e nos relacionamentos.

O TEA no adulto, por sua vez, pode aparecer como dificuldade persistente em decodificar sinais sociais, padrões restritos de interesse, sensibilidade sensorial e fadiga acentuada após interações prolongadas. Em ambos os quadros, é comum haver comorbidades: ansiedade, depressão, abuso de substâncias e transtornos do sono. Avaliação psiquiátrica criteriosa, complementada por avaliação neuropsicológica formal, é o caminho recomendado para distinguir TDAH de outros quadros que cursam com desatenção secundária (depressão, ansiedade, transtornos do sono).

O Instituto MHS conduz avaliação especializada de TDAH e de autismo no adulto em equipe (psiquiatra + neuropsicólogo), pra fundamentar o diagnóstico em testes padronizados, anamnese aprofundada e dados colaterais. O tratamento envolve psicoeducação, psicoterapia estruturada (TCC, treinamento em habilidades sociais quando indicado) e, no caso do TDAH, psicofarmacologia específica acompanhada de perto.

Transtornos Relacionados ao Estresse

Os transtornos relacionados ao estresse abrangem quadros em que um estressor identificável (agudo ou crônico) desencadeia ou sustenta o sofrimento clínico. Incluem a síndrome de burnout (esgotamento profissional), o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), o transtorno de estresse agudo e os transtornos de ajustamento. Apesar de muitas vezes confundidos com depressão ou ansiedade, têm dinâmica clínica própria: a remissão depende não só de tratamento sintomático, mas de intervenção sobre o contexto que mantém o estressor.

No burnout, predominam exaustão emocional, distanciamento afetivo do trabalho e queda do senso de eficácia profissional, com manifestações cognitivas (lentificação, esquecimentos, dificuldade de decisão) que podem mimetizar TDAH ou depressão. No TEPT, há reexperimentação do trauma (flashbacks, pesadelos), evitação de gatilhos, hiperalerta e alteração marcada do humor e da cognição associada ao evento traumático. O diagnóstico diferencial é especialmente sensível em profissionais expostos a estresse ocupacional crônico (saúde, segurança, jurídico, executivo).

A abordagem do MHS combina psicofarmacologia conservadora, psicoterapia com foco em trauma ou regulação emocional (TCC focada em trauma, EMDR conduzido por profissional habilitado, DBT em casos com desregulação) e orientação clínica sobre limites no contexto profissional. Quando há comorbidade com transtornos do sono, dor crônica ou queixa cognitiva, articulamos a avaliação com neuropsicologia e com a equipe médica para tratamento integrado.

Dependência Química e Comportamentais

As dependências constituem um capítulo amplo da psiquiatria contemporânea e englobam tanto o uso problemático de substâncias (álcool, tabaco, cannabis, cocaína, estimulantes, opioides, sedativos) quanto as dependências comportamentais, como jogo patológico, compras compulsivas e uso disfuncional de tecnologias e jogos eletrônicos. Em ambos os grupos, observa-se padrão de uso compulsivo apesar de prejuízos, tolerância progressiva, sintomas de abstinência (físicos ou psíquicos) e perda de controle sobre o comportamento.

A dependência raramente caminha sozinha: é frequente a coexistência com transtornos do humor, ansiedade, TDAH, transtornos de personalidade ou TEPT. O tratamento exige avaliação psiquiátrica abrangente, identificação das comorbidades e plano que considere risco de recaída, suporte familiar e, quando indicado, encaminhamento para programas estruturados ou rede de apoio. A psicoeducação do paciente e da família ocupa lugar central, pois reduz culpa improdutiva e organiza estratégias de longo prazo.

No Instituto MHS, o cuidado é conduzido por psiquiatras com experiência em quadros graves e com apoio de psicólogos formados em abordagens baseadas em evidência (TCC, DBT, entrevista motivacional). O acompanhamento é longitudinal, com retornos próximos nas fases iniciais e gradualmente espaçados conforme estabilização. Em casos com prejuízo cognitivo associado ao uso prolongado, complementamos com avaliação neuropsicológica para mapear funções e orientar reabilitação.