
Dr. Leandro Simões Abrão
CRM 182.642 · RQE 91133
Casos complexos, Transtorno Bipolar, TDAH e Depressão resistente.
ConhecerAqui o tratamento acontece lado a lado com você, no tempo da consulta, no contato entre elas e no cuidado conjunto da equipe.
Reuniões semanais para discutir casos em curso e alinhar a conduta com base em evidência clínica.
Equipe com formação em UNICAMP, USP-IPq, PUC-Campinas e Albert Einstein.

CRM 182.642 · RQE 91133
Casos complexos, Transtorno Bipolar, TDAH e Depressão resistente.
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CRM 157970
Psiquiatria adulto, infância e adolescência, dependência química.
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CRM 220.907 · RQE 124.968
Docência, supervisão clínica e casos psiquiátricos desafiadores.
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CRM 242.184
Psicoterapia integrada e saúde mental da mulher adulta - atendimento 100% online.
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CRM 244.366
Saúde Mental e Comorbidades Clínicas - atendimento aos sábados.
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CRM 208.861 · RQE 135.122
Saúde da Mulher, Ciclos Hormonais (TDPM, gestação, puerpério, climatério) e Adolescência.
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CRM 222.218 · RQE 132.302
Urgência, Emergência e Crises Psiquiátricas Agudas.
ConhecerRespondemos as principais dúvidas sobre psiquiatria
Cada grupo de transtornos tem dinâmica clínica própria, exige diagnóstico diferencial cuidadoso e responde melhor a planos terapêuticos individualizados. Apresentamos abaixo, de forma factual, os principais grupos atendidos pela equipe de psiquiatria adulta do Instituto MHS.
Os transtornos de ansiedade reúnem quadros clínicos em que a apreensão, o medo e a antecipação de ameaças passam a ocorrer com intensidade, frequência e duração desproporcionais à situação real. Englobam o transtorno de ansiedade generalizada (TAG), o transtorno de pânico, a fobia social, fobias específicas e o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), cada um com manifestações próprias mas com sobreposição importante de sintomas físicos como taquicardia, dispneia, tensão muscular, insônia inicial e dificuldade de concentração.
A identificação correta do subtipo é decisiva para o plano terapêutico. O TAG costuma apresentar preocupação difusa e crônica; o transtorno de pânico envolve crises súbitas com sintomas autonômicos intensos; a fobia social gira em torno do medo de avaliação; o TOC se estrutura em obsessões e rituais compensatórios. A avaliação psiquiátrica precisa, complementada quando indicado por avaliação neuropsicológica formal, evita rótulos genéricos e direciona a escolha entre psicofarmacologia, psicoterapia estruturada (TCC e ACT, por exemplo) e ajustes de estilo de vida.
No Instituto MHS, ansiedade é tratada de forma longitudinal: o psiquiatra acompanha resposta clínica, ajusta dose com critério, monitora efeitos adversos e articula o caso com a equipe de psicologia para que a medicação, quando necessária, sirva de base para o trabalho psicoterapêutico. Páginas dedicadas detalham os subtipos clínicos mais frequentes.
Os transtornos do humor compreendem quadros marcados por alterações sustentadas e relevantes do estado afetivo. Os mais frequentes na prática psiquiátrica adulta são o transtorno depressivo maior, a distimia (depressão persistente) e o transtorno afetivo bipolar, este com episódios depressivos intercalados a fases de mania ou hipomania. Sintomas comuns incluem alteração do sono e do apetite, anedonia, fadiga, lentificação psicomotora ou agitação, prejuízo cognitivo (atenção e memória de trabalho) e ideação de morte.
O diagnóstico diferencial entre depressão unipolar e bipolar é particularmente sensível: prescrever um antidepressivo isolado em um quadro bipolar pode desencadear viragem maníaca, ciclagem rápida ou estados mistos. Por isso, a avaliação psiquiátrica longitudinal (investigando história familiar, episódios prévios, padrões de sono e variações sazonais) é parte central do método clínico no MHS. Quando há dúvida diagnóstica ou comorbidade cognitiva, complementamos com avaliação neuropsicológica.
O tratamento integra psicofarmacologia (estabilizadores de humor, antidepressivos, antipsicóticos atípicos quando indicados), psicoterapia baseada em evidências e psicoeducação familiar. Em casos refratários, a discussão clínica em equipe permite avaliar estratégias adicionais e revisar todo o histórico do quadro.
Embora caracterizados por início precoce, os transtornos do neurodesenvolvimento, em especial o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e os Transtornos do Espectro Autista (TEA), frequentemente chegam ao consultório psiquiátrico apenas na vida adulta, depois de anos de sofrimento atribuído a outros diagnósticos. No adulto, o TDAH costuma se manifestar por desatenção sustentada, dificuldade de organização, procrastinação, impulsividade verbal ou financeira, instabilidade emocional e prejuízo funcional crônico no trabalho e nos relacionamentos.
O TEA no adulto, por sua vez, pode aparecer como dificuldade persistente em decodificar sinais sociais, padrões restritos de interesse, sensibilidade sensorial e fadiga acentuada após interações prolongadas. Em ambos os quadros, é comum haver comorbidades: ansiedade, depressão, abuso de substâncias e transtornos do sono. Avaliação psiquiátrica criteriosa, complementada por avaliação neuropsicológica formal, é o caminho recomendado para distinguir TDAH de outros quadros que cursam com desatenção secundária (depressão, ansiedade, transtornos do sono).
O Instituto MHS conduz avaliação especializada de TDAH e de autismo no adulto em equipe (psiquiatra + neuropsicólogo), pra fundamentar o diagnóstico em testes padronizados, anamnese aprofundada e dados colaterais. O tratamento envolve psicoeducação, psicoterapia estruturada (TCC, treinamento em habilidades sociais quando indicado) e, no caso do TDAH, psicofarmacologia específica acompanhada de perto.
Os transtornos relacionados ao estresse abrangem quadros em que um estressor identificável (agudo ou crônico) desencadeia ou sustenta o sofrimento clínico. Incluem a síndrome de burnout (esgotamento profissional), o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), o transtorno de estresse agudo e os transtornos de ajustamento. Apesar de muitas vezes confundidos com depressão ou ansiedade, têm dinâmica clínica própria: a remissão depende não só de tratamento sintomático, mas de intervenção sobre o contexto que mantém o estressor.
No burnout, predominam exaustão emocional, distanciamento afetivo do trabalho e queda do senso de eficácia profissional, com manifestações cognitivas (lentificação, esquecimentos, dificuldade de decisão) que podem mimetizar TDAH ou depressão. No TEPT, há reexperimentação do trauma (flashbacks, pesadelos), evitação de gatilhos, hiperalerta e alteração marcada do humor e da cognição associada ao evento traumático. O diagnóstico diferencial é especialmente sensível em profissionais expostos a estresse ocupacional crônico (saúde, segurança, jurídico, executivo).
A abordagem do MHS combina psicofarmacologia conservadora, psicoterapia com foco em trauma ou regulação emocional (TCC focada em trauma, EMDR conduzido por profissional habilitado, DBT em casos com desregulação) e orientação clínica sobre limites no contexto profissional. Quando há comorbidade com transtornos do sono, dor crônica ou queixa cognitiva, articulamos a avaliação com neuropsicologia e com a equipe médica para tratamento integrado.
As dependências constituem um capítulo amplo da psiquiatria contemporânea e englobam tanto o uso problemático de substâncias (álcool, tabaco, cannabis, cocaína, estimulantes, opioides, sedativos) quanto as dependências comportamentais, como jogo patológico, compras compulsivas e uso disfuncional de tecnologias e jogos eletrônicos. Em ambos os grupos, observa-se padrão de uso compulsivo apesar de prejuízos, tolerância progressiva, sintomas de abstinência (físicos ou psíquicos) e perda de controle sobre o comportamento.
A dependência raramente caminha sozinha: é frequente a coexistência com transtornos do humor, ansiedade, TDAH, transtornos de personalidade ou TEPT. O tratamento exige avaliação psiquiátrica abrangente, identificação das comorbidades e plano que considere risco de recaída, suporte familiar e, quando indicado, encaminhamento para programas estruturados ou rede de apoio. A psicoeducação do paciente e da família ocupa lugar central, pois reduz culpa improdutiva e organiza estratégias de longo prazo.
No Instituto MHS, o cuidado é conduzido por psiquiatras com experiência em quadros graves e com apoio de psicólogos formados em abordagens baseadas em evidência (TCC, DBT, entrevista motivacional). O acompanhamento é longitudinal, com retornos próximos nas fases iniciais e gradualmente espaçados conforme estabilização. Em casos com prejuízo cognitivo associado ao uso prolongado, complementamos com avaliação neuropsicológica para mapear funções e orientar reabilitação.